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Com diagnóstico difícil, câncer de ovário é um dos mais letais

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Data: 12/05/2014

Fonte: Site O Fluminense

 

 

Em 70% dos casos, a doença só é constatada em fase avançada, dificultando a cura

O Dia Mundial do Câncer de Ovário foi celebrado na última quinta-feira. A data surgiu no ano passado, quando ONGs do mundo inteiro criaram um movimento global para aumentar a conscientização sobre a prevenção, quase inexistente. Diferente do câncer de colo do útero, o câncer de ovário é pouco frequente, além de ser o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o de menor chance de cura. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), cerca de 3/4 dos cânceres desse órgão apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico. Segundo o oncologista da Fundação do Câncer, Celso Rotstein, apesar de não ser muito comentado, trata-se também do câncer ginecológico mais letal.

“É uma doença silenciosa, que pode evoluir por muito tempo com sintomas genéricos, como a sensação de empanzinamento e inchaço do abdômen, e sem qualquer tipo de exame, em todo o mundo, que o identifique precocemente. Uma pessoa pode fazer exames periódicos e ainda assim não descobri-lo no início”, afirma.

Em 70% dos casos, a doença só é constatada em fase avançada, dificultando o tratamento. A estimativa do Inca é de que mais de 5 mil casos serão registrados em 2014. Em 2011, houve 3 mil mortes associadas à doença.

O tratamento mais eficaz do câncer de ovário é a cirurgia, como aponta Rotstein. A maior parte das pacientes complementa com a quimioterapia, para matar células cancerígenas que poderiam correr no sangue antes da detecção da doença. 

“Atualmente há incorporação de anticorpos em medicamentos imunobiológicos que, associados à quimioterapia, dão mais efetividade no bloqueio da progressão tumoral”, conclui.

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