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Insônia aumenta risco de mortalidade nos homens

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Data: 25/11/2013

Fonte: O Globo

 

A insônia, a mais comum desordem do sono, afeta mais de um terço da população americana. Em estudo publicado esta quarta-feira na revista “Circulation”, pesquisadores do Hospital Brigham and Women, nos EUA, descobriram que alguns sintomas da insônia estão associados ao aumento do risco de mortalidade nos homens.

— A insônia é um problema de saúde comum, particularmente nos adultos mais velhos, mas a ligação entre o distúrbio do sono comum e seu impacto sobre o risco de morte não era claro — destaca Yanping Li, coautor do estudo. — Nossa pesquisa mostra que, entre os homens que sofrem sintomas específicos de insônia, há um aumento modesto no risco de problemas relacionados a doenças cardiovasculares.

Pesquisadores mostraram que a dificuldade em iniciar o sono ou, então, ter um sono não reparador estão associados com um maior risco de mortalidade.

Os autores do estudo acompanharam mais de 23 mil homens que relataram sintomas de insônia em um período de seis anos. Entre 2004 e 2010, os cientistas documentaram 2.025 mortes usando informações de fontes do governo e das famílias.

Os pesquisadores consideraram fatores como o estilo de vida de cada pessoa, idade e outras condições crônicas.

A partir daí, viram que os homens que relataram dificuldade em iniciar o sono ou que não tinham um sono reparador contavam, respectivamente, com 55% e 32% de aumento de risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, quando comparados a homens sem sintomas de insônia.

— Agora sabemos que a ausência de sono, além de causar impacto na possibilidade de doenças, também afeta nossa longevidade — conclui Xiang Gao, autor chefe do estudo. — Ainda são necessários novos estudos para confirmar estas conclusões, mas há provas contundentes de que a prática de uma rotina de sono e priorizar um sono reparador são ações muitas vezes esquecidas, embora sejam importantes para a nossa saúde.

Data: 25/11/2013

Fonte: O Globo

 

 

A insônia, a mais comum desordem do sono, afeta mais de um terço da população americana. Em estudo publicado esta quarta-feira na revista “Circulation”, pesquisadores do Hospital Brigham and Women, nos EUA, descobriram que alguns sintomas da insônia estão associados ao aumento do risco de mortalidade nos homens.

— A insônia é um problema de saúde comum, particularmente nos adultos mais velhos, mas a ligação entre o distúrbio do sono comum e seu impacto sobre o risco de morte não era claro — destaca Yanping Li, coautor do estudo. — Nossa pesquisa mostra que, entre os homens que sofrem sintomas específicos de insônia, há um aumento modesto no risco de problemas relacionados a doenças cardiovasculares.

Pesquisadores mostraram que a dificuldade em iniciar o sono ou, então, ter um sono não reparador estão associados com um maior risco de mortalidade.

Os autores do estudo acompanharam mais de 23 mil homens que relataram sintomas de insônia em um período de seis anos. Entre 2004 e 2010, os cientistas documentaram 2.025 mortes usando informações de fontes do governo e das famílias.

Os pesquisadores consideraram fatores como o estilo de vida de cada pessoa, idade e outras condições crônicas.

A partir daí, viram que os homens que relataram dificuldade em iniciar o sono ou que não tinham um sono reparador contavam, respectivamente, com 55% e 32% de aumento de risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, quando comparados a homens sem sintomas de insônia.

— Agora sabemos que a ausência de sono, além de causar impacto na possibilidade de doenças, também afeta nossa longevidade — conclui Xiang Gao, autor chefe do estudo. — Ainda são necessários novos estudos para confirmar estas conclusões, mas há provas contundentes de que a prática de uma rotina de sono e priorizar um sono reparador são ações muitas vezes esquecidas, embora sejam importantes para a nossa saúde.

 

 

 

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